Direção pedagógica
Marina Vasconcelos
Quinze anos entre engenharia de software e desenho curricular. Antes do estúdio, liderou a área de educação técnica na Globo.com. Mestre pela USP em educação aplicada à computação.
Somos um estúdio brasileiro de educação corporativa em tecnologia, fundado em 2017. Não somos uma escola, nem uma plataforma de cursos. Cada engajamento começa com um diagnóstico do código real do cliente e termina com material que tem o vocabulário do cliente — não o nosso. Tudo o que escrevemos é, no fim, um documento que o time pode operar sem nós.
A palavra está em uso na arquitetura, no design e no cinema há tempo suficiente para significar uma coisa: um lugar pequeno, autoral, onde se faz trabalho a partir das mãos de quem assina. Apropriamos a palavra porque ela descreve melhor o que fazemos do que “escola” ou “consultoria”.
Recusamos com frequência. É a única maneira de manter qualidade — e o caderno escrito no fim de cada engajamento.
Trabalhamos com no máximo seis clientes simultâneos. Cada um deles tem acesso direto a uma das três direções do estúdio. Não há gerentes de conta, intermediários ou pacotes pré-prontos.
Não são slogans pendurados na parede do estúdio. São critérios concretos que aplicamos ao decidir aceitar um engajamento, retirar um conteúdo de um currículo ou recusar uma renovação que não faria bem ao cliente.
Nenhum currículo é desenhado sem antes lermos código, observarmos rituais e conversarmos com pelo menos cinco pessoas do time.
Nossos instrutores ensinam aquilo que entregam profissionalmente, em outras empresas, na semana em que entram na sala de aula.
Toda turma entrega artefatos — código, documentos, painéis — que o time continuará a usar muito depois do último encontro.
Recusamos pedidos que não fazem sentido. É uma forma de respeito ao tempo do cliente e à reputação do estúdio.
Três pessoas assinam o trabalho que sai daqui. Outras quinze formam a rede de instrutoras associadas — engenheiras, cientistas de dados e líderes técnicas em atividade nas próprias empresas.
Direção pedagógica
Quinze anos entre engenharia de software e desenho curricular. Antes do estúdio, liderou a área de educação técnica na Globo.com. Mestre pela USP em educação aplicada à computação.
Direção de engenharia
Engenheiro de plataforma com passagem por Nubank e Stone. Coordena a rede de instrutores associados e a curadoria técnica dos programas. Escreve com regularidade sobre confiabilidade e arquitetura de dados.
Direção de programas
Conduz o ciclo completo de cada engajamento — do diagnóstico inicial à entrega final dos artefatos. Antes do estúdio, atuou como product manager no iFood e na Loft.
A história curta de uma empresa pequena que decidiu crescer devagar.
Marina e Henrique iniciam o projeto numa sala emprestada na Vila Madalena. Os primeiros dois engajamentos vêm por indicação direta de antigas colegas da Globo.com e da Stone.
Lançamos a trilha completa de engenharia de plataforma para um banco brasileiro. O programa serve até hoje de espinha dorsal para o catálogo de formação em engenharia.
A entrada estrutura o ciclo completo de engajamento — do diagnóstico ao acompanhamento pós-turma. Naquele ano, recusamos pela primeira vez mais clientes do que aceitamos.
Saímos da sala compartilhada para um conjunto próprio na Rua Augusta. O espaço passa a sediar imersões presenciais e os encontros mensais da rede de instrutoras associadas.
Mantemos o teto de seis programas longos em paralelo, complementados por sprints de produto e mentorias trimestrais. A rede de instrutoras conta com 18 pessoas em atividade.
Conversa exploratória de até 60 minutos, sem custo e sem material comercial. Apenas escuta atenta e perguntas honestas sobre o seu time.